terça-feira, 3 de julho de 2012

Construindo o “metro” em sala de aula

A partir do questionamento da professora: “O que fariam se tivessem que medir algum comprimento, como por exemplo sua altura?” Os alunos do 3º ano deram respostas como a do aluno Tomas Schubert: “Eu iria usar o metro que meu pai usa, ele é pedreiro”.  Este momento favoreceu a reflexão, compreensão da necessidade que a humanidade teve de estabelecer uma unidade padrão universal de medida de comprimento. Com material de apoio (10 tiras de 10 cm cada) os alunos construíram o metro. A professora propôs o sorteio de 6 alunos do grupo para que os mesmos fossem medidos em sua altura, utilizando-se do metro construído. A partir da primeira medição, os alunos foram desenvolvendo a observação e análise, o confronto e as aproximações, entre a altura dos colegas. As medidas foram registradas em tabela e a construção de gráfico em barras,  favorecendo aos alunos a assimilação do uso das unidades de medida metro e centímetro ( m e cm). Em seguida foram criadas situações problemas como por exemplo:

  • Dos seis aluno, quem é o mais alto? 
  • Organize as medidas das alturas em ordem crescente;

A partir destas atividades os alunos utilizaram o metro para medir e registrar a sala de aula, o quadro, a mesa, a janela.

Durante a atividade a aluna Iasmyn G. Frotscher observou que “das medidas dos 6 alunos, os meninos são maiores”, já o Thomas E. Wendorf usou o metro construído e fez várias medidas em sua casa.

Os alunos comentaram que gostaram muito da atividade pois puderam medir muitas coisas na escola e depois em suas casas. 

Texto da professora do 3º Ano Tania Elizabeth Burger Krieger


quinta-feira, 28 de junho de 2012

Conhecendo os animais do Zoo

Você sabe porque o balde onde a girafa se alimenta fica no alto e não no chão?

Para resolver este desafio e aprender muito sobre os animais a turminha da Ed. Infantil da Escola Professor Vidal Ferreira foi realizar uma saída de estudo ao Zôo Pomerode. O passeio foi muito produtivo, pois os alunos tiveram a oportunidade de conhecer diversos animais, seus nomes, suas cores, sua alimentação, etc, as crianças ficaram encantadas. Não basta reconhecer os animais pelos livros e histórias ou figuras, é importante que visualizem os mesmos para criar noção de tamanho, de perigo e de quais podemos manter contato físico ou não. Durante o passeio as crianças fizeram perguntas o tempo todo, exploramos o máximo todas as informações que íamos adquirindo, registramos, fotografamos. As crianças conheceram de perto animais que vivem na água, na terra e no ar, animais selvagens, animais domésticos e suas características.

Muitas dúvidas surgiram antes e durante o passeio. A Aline queria saber se o macaquinho tomava suco porque ele queria pegar a caixinha da sua mão. Já o Lucas queria saber porque o leão fazia aquele barulho?

A Rafaela adorou os pinguins ela falou que achava que eles eram do nosso tamanho. Já o Miguel ficou observando o jacaré branco que vive na água. A Gabi gostou da cobra amarela, falou que a cobra era mansinha, etc...

O mais interessante foi quando visitamos a girafa, todos ficaram curiosos para saber porque o balde da sua alimentação ficava pendurado no alto, como resposta descobrimos que é dessa forma pelo fato da girafa ter seu pescoço comprido e não ir até o chão.

Tivemos alguns minutos para recreação, onde as crianças sentaram e lancharam, todas com carinhas de felicidade, foi uma tarde maravilhosa onde elas puderam se socializar e integrar–se mais ao grupo conhecendo mais sobre os animais com respeito e cidadania.

Profª Edriana Felix – Educação Infantil da E.E.B.M. Prof. Vidal Ferreira

A Evolução Humana

Os alunos do 8º ano da EEBM. Prof. Vidal Ferreira estudaram a evolução humana na matéria de ciências, com o Prof. Marcos Vinícius Wegher . Algumas teorias afirmam que os seres humanos são descendentes dos macacos porque têm características parecidas com as de algumas espécies de macacos, como os chipanzés. Além dessas, há outras características, como visão binocular e em cores, o cuidado com o filhote, possuir 5 dedos nas mãos e nos pés, etc.  Os alunos tiveram que estudar a Evolução Humana, porque no ano em que estão, essa matéria é a base do estudo que temos que saber em Ciências.  O prof. Marcos disse: “Para que os alunos compreendessem as mudanças que os seres vivos sofrem ao longo do tempo, bem como saber explicar como uma espécie em certas condições ambientais evoluiu. Foi um trabalho interessante, pois surgiram perguntas e hipóteses que foram discutidas até que os recursos se esgotassem.”
Nós estudamos esse tema através de recursos didáticos, como, atividades na apostila e vídeos mostrando como os nossos ancestrais faziam para conseguir sobreviver.
O que me chamou a atenção na apostila foi essa imagem simbolizando a passagem do tempo, mostrando a evolução do ser humano.

Jornalista mirim André V. M. Silva

M. Garde/ commons.wikipedia.org




OSTERN

O Profº João Altair S. dos Santos e a Aluna Thalia Jaqueline Schuh realizaram um documentário com duração de 30 minuto sobre a Ostern (páscoa) em Pomerode, com o objetivo de fazer o registro deste legado cultural trazido pelos imigrantes germânicos, que possuíam seu modo próprio de celebrar esse evento.
 
Este fenômeno é facilmente notado, pois as semanas que antecedem a Páscoa a paisagem da nossa cidade fica toda modificada. Para qualquer lado que se lance o olhar, a decoração surpreende. Muitas árvores com ovos coloridos e coelhos embelezam a paisagem. Assim, Pomerode/SC, a cidade mais alemã do Brasil, mantem viva a essência da  cultura germânica por meio da língua alemã, dos costumes, da gastronomia, da arquitetura como legado cultural e veste-se de Páscoa.
 
A preservação e a manutenção dos costumes dos colonizadores alemães contagiam a todos e fazem de Pomerode, região do Vale do Itajaí, um verdadeiro cartão postal. Entre os atrativos turísticos encontra-se a Osterfest (Festa de Páscoa). O documentário elaborado aborda o legado cultural trazido pelos imigrantes pomeranos.
 
A celebração da primavera já ocorria séculos antes do nascimento de Cristo; as tribos da Europa adoravam a bela deusa da primavera Ostera, e realizavam muitas celebrações nesta estação, pois a primavera representava  a ressurreição da vida. O ovo simbolizava a vida imanente, oculta e misteriosa que está por surgir.
 
Enquanto legado cultural, Ostern em Pomerode sofre constantes mudanças estimuladas pelo contexto social e econômico, motivo pelo qual foi criado este registro, que relata depoimentos de quatro famílias sobre os acontecimentos antes, durante e após a Ostern (Páscoa).
 
Deste modo, este documentário é uma ação pedagógica direcionada para Educação Patrimonial, possibilitando que os educandos conheçam, para valorizar os aspectos culturais e históricos de Pomerode.
 
Esta ação pedagógica, não é isolada, faz parte de um trabalho que está sendo sistematicamente construído com os alunos da E.E.B.M Prof. Vidal Ferreira na disciplina de História há muitos anos.

Professor João Altair S. dos Santos
Aluno Thalia Jaqueline Schuh

Foto da entrega do DVD para dois dos entrevistados, sr. Bertoldo Drews e srª. Inga Drews.

Você sabe como medir o volume dos objetos?

Nós, alunos da 8ª série da E.E.B.M. Professor Vidal Ferreira tivemos uma aula prática de ciências coordenada pelo professor Marcos V. Wegher.

Nesta aula, nós trouxemos alguns objetos para depois medir sua densidade, massa e volume com a fórmula d=m/v, onde D é densidade, M é massa e V é volume.

“Achei legal por que nós medimos coisas que a gente vê no dia a dia” disse o aluno Matheus da 8ª série.

A aula aconteceu na sala onde os alunos se dividiram em duplas e então receberam um becker com água para depois medir o volume dos objetos que trouxemos.    

Inicialmente pegamos um becker com 200ml de água e colocamos uma pedra ou outro objeto dentro para ver o quanto a água subia. Para aprendermos o que é empuxo, analisamos quanto a água subiu e também utilizamos uma balança de precisão para descobrirmos a massa dos objetos. Através da fórmula calculamos a sua densidade.

“Aprendemos como é importante saber a densidade, massa e volume de cada objeto, e também aprendemos como usar uma pipeta” complementaram as alunas Ana e Andressa da 8ª série.

É muito importante saber a densidade dos objetos para compreendermos algumas grandezas físicas e químicas, as quais não percebemos em nosso dia a dia.

Jornalistas mirins Fábio Kühl e Luan Dallmann

Seja bem-vinda Isabelle

Neste ano, os alunos do 7° ano receberam uma novidade em sala de aula, uma tartaruga, o nome dela é Isabelle. Todos ficaram maravilhados com sua chegada. O professor Marcos Vinícius Wegher foi quem a trouxe para a sala logo no primeiro dia de aula e nos passou instruções e escolheu as responsáveis para alimentá-la.

Todas as sextas-feiras, as responsáveis Pamela, Jaqueline e Jeice escolhem um aluno para levar Isabelle para casa e alimentá-la no fim de semana. Toda semana temos que trocar a água de seu aquário e limpá-lo.

O objetivo de termos uma tartaruga em sala, segundo o docente Marcos, “é desenvolver a responsabilidade, a curiosidade, bem como servir de fonte de análise e observação, por se tratar de uma turma onde os conteúdos dependem de muita pesquisa e análise. Desta forma a turma terá oportunidade de desenvolver suas potencialidades para as séries seguintes. Foi escolhida a tartaruga, porque foi uma doação dos formandos da 8ª serie do ano de 2011, pois a Isabelle esta conosco há 4 anos.” Ainda segundo o professor, “não custa muito, pois é um animal que se alimenta de folhas, frutos, além de ser carnívoro. Temos uma ração balanceada que custa em torno de R$7,00 e dura cerca de 2 meses”.
Isabelle ficou conosco do início das aulas até final de fevereiro. “Foi muito legal ter a chance de levá-la para casa pois também tenho uma”, comentou a aluna Jaqueline Stetter. “A tartaruga é uma ótima experiência para dar a nós responsabilidade de cuidá-la e alimentá-la”, comentou, por fim, a estudante Cíntia Zimermon.

Jornalistas mirins: Pamela Oliveira de Souza e Jeice Estefani Bonatti.